Músicas

Sertões

Poeira

Luiz Bonan e Serafim C. Gomes

ISRC BX-T7R-17-00010 - Universal Music Publishing MGB Brasil Ltda. – ADDAF


Serafim Colombo Gomes, nascido no interior de Goiás, foi humorista, radialista e compositor que contribuiu com a música regionalista brasileira, com sucesso nas décadas de 1960 e 1970. Em parceria com Luiz Bonan compôs o clássico sertanejo de raiz “Poeira”. A música foi vencedora do 1º Festival Sertanejo, promovido pela Rádio Nacional, de São Paulo, em 1967, e, no ano seguinte, alcançou a marca de mais de um milhão de discos vendidos, em LP gravado pelo Duo Glacial. Gravada e regravada por inúmeros artistas, a canção nos remete de forma comovente ao ambiente do sertão brasileiro.


VIOLÃO NYLON 6 Pedro Ortale

VIOLÃO AÇO Rodrigo Sater

BAIXO Antônio Porto

ACORDEON Renan Nonato

PERCUSSÕES João Pedro Ortale e Néio de Jesus

Sabiá

Luiz Gonzaga e Zé Dantas

ISRC BX-T7R-17-00007 - Irmãos Vitale S/A 

Indústria e Comércio


Pesquisador e divulgador da cultura popular nordestina, o médico José de Souza Dantas Filho, conhecido como Zé Dantas, não estudou música e não tocava instrumento algum, compunha marcando o compasso numa caixa de fósforos. A partir de 1949 torna-se grande parceiro de Luiz Gonzaga, iniciando uma série de sucessos imortais assinados a quatro mãos. Em 1951, Luiz Gonzaga gravou o baião romântico “Sabiá”, desde então cantado por gerações de brasileiros até os dias de hoje.


VOCAL Maria Claudia e Maria Alice

VIOLÃO NYLON 6 Pedro Ortale

VIOLÃO NYLON 6 Marcos Mendes

ACORDEON Renan Nonato

BAIXO Antônio Porto
PERCUSSÕES Néio de Jesus 

Forró no Escuro

Luiz Gonzaga

ISRC BX-T7R-17-00005 - Universal Music Publishing MGB Brasil Ltda. – ADDAF


Conhecido como “Rei do Baião”, Luiz Gonzaga nasceu no interior de Pernambuco e com 7 anos já pegava na enxada. Nas horas vagas ficava vendo o pai tocar sanfona e ia aprendendo a gostar do instrumento. Seu pai, além de tocador de fole, também consertava instrumentos e incentivava nos filhos o gosto musical. Da parceria com Humberto Teixeira nasceu o baião, ritmo que caiu rapidamente no gosto popular. Em 1958 lançou “Forró no Escuro”, uma de suas composições que ficaram para a posteridade, tocada e cantada em festas, shows e quintais de todo o país.


VOCAL Maria Claudia

VIOLÃO NYLON 6 Pedro Ortale

VIOLÃO NYLON 6 Ivan Cruz

ACORDEON Renan Nonato

BAIXO Antônio Porto
PERCUSSÕES Néio de Jesus

Tristeza do Jeca

Angelino de Oliveira

ISRC BX-T7R-17-00011 - Irmãos Vitale S/A Indústria e Comércio – N/S/ADDAF

Todamérica Edições Ltda. – ADDAF


Angelino de Oliveira nasceu no interior de São Paulo, em Itaporanga. Era filho único de modestos lavradores. Autodidata, aprendeu a tocar vários instrumentos. Compôs em 1918 sua obra mais famosa, que se tornaria um dos clássicos da música sertaneja em nosso país, “Tristeza do Jeca”. “Nestes versos tão singelos...” essa bela e melancólica canção foi considerada em 2009 “a melhor música caipira de todos tempos”, em uma eleição publicada pela Folha de S.Paulo.


VIOLÃO NYLON 7 Pedro Ortale

VIOLÃO NYLON 6 Ivan Cruz

ACORDEON Renan Nonato

BAIXO Antônio Porto
PERCUSSÕES Néio de Jesus

Ndéve Guará Santani

Juan Galeano e Frederico Molas

ISRC BX-T7R-17-00003 – APA / ADDAF


Polca paraguaia criada na década de 1960 a partir da carta de Frederico Molas com música de seu conterrâneo Juan Galeano, “Ndéve Guará Santani” é uma homenagem saudosa aos encantos da terra natal de seus autores. Consagrada em bailes e festas da fronteira “brasiguaia”, a música toca fundo na alma de quem ali vive, revelando a rica identidade cultural da região.


VIOLÃO NYLON 7 Pedro Ortale e Ivan Cruz

Sete Cantigas para Voar

Vital Farias

ISRC BX-T7R-17-00016 – D. A.


Vital Farias nasceu em 1943 no município de Taperoá, Estado da Paraíba. Caçula entre 14 irmãos, foi alfabetizado por meio da Literatura de Cordel. Autodidata, parte de seus conhecimentos musicais foi herdada da tradição musical da família. Em 1978 gravou seu primeiro disco: “Vital Farias”. O segundo, “Taperoá”, surgiu dois anos depois. Suas composições, que alertam sobre a força e a delicadeza da natureza, passeiam sensivelmente por sentimentos profundos com simplicidade e poesia, e tiveram interpretações inesquecíveis de grandes nomes da música brasileira, como Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Fagner, Zeca Baleiro, entre outros.


VIOLÃO NYLON 7 Pedro Ortale

VIOLÃO NYLON 6 Ivan Cruz

ACORDEON Renan Nonato

BAIXO Antônio Porto
PERCUSSÕES Néio de Jesus

Assum Preto

Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira

ISRC BX-T7R-17-00012 - Editora e Importadora Musical Fermata do Brasil ltda. / Rio Musical Ltda.


Em 1945 Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga se encontram pela primeira vez. A ideia era começar uma parceria lançando no “sul” do país uma música que fosse a legítima representação do “norte”, como dizia Luiz Gonzaga. “Eu vou mostrar pra vocês como se dança o baião…” anuncia a primeira canção da dupla, apresentando o nome do novo ritmo que caiu rapidamente no gosto popular. Depois desta, muitas outras vieram. Surgiam o “Doutor” e o “Rei do Baião”, com uma colaboração criadora dos maiores sucessos da música popular brasileira. “Assum Preto” é uma delas, um lamento que conta a triste história de um pássaro da caatinga que cantava melhor na escuridão da noite e por causa disso tinha os olhos furados para que o belo canto acontecesse por todo o dia.


VOCAL Maria Alice e Maria Claudia

VIOLÃO NYLON 6 Pedro Ortale

VIOLÃO AÇO 6 Marcos Mendes

ACORDEON Renan Nonato

BAIXO Antônio Porto
PERCUSSÕES Néio de Jesus

Kalu

Humberto Teixeira 

ISRC BX-T7R-17-00004 - Editora e Importadora Musical Fermata do Brasil LTDA. / Rio Musical Ltda.


Humberto Teixeira ficou conhecido como “Doutor do Baião”, ritmo que surgiu de sua parceria com Luiz Gonzaga, com quem compôs inúmeras canções que são sucesso em todo o Brasil. O novo ritmo fez uma revolução na música brasileira e caiu no gosto popular. A música “Kalu” (1952) foi composta por Humberto Teixeira, inspirada em sua musa: Lila Lea Lemos. Esta canção demonstra como o autor soube transitar entre a erudição e a licença poética, trazendo versos como: “Tira o verde desses óio de riba d’eu”.


VIOLÃO NYLON 7 Pedro Ortale

VIOLÃO NYLON 6 Ivan Cruz 

ACORDEON Renan Nonato

BAIXO Antônio Porto
PERCUSSÕES João Pedro Ortale e Néio de Jesus 

Amargurado

Dino Franco e Tião Carreiro

ISRC BX-T7R-17-00008 - Warner Chappell Edições Musicais ltda. / Latino Editora Musical Ltda.


Dino Franco e Tião Carreiro têm em comum a mesma origem: a vida na roça. Um do interior de São Paulo, o outro de Minas. Já muito jovens, Dino com 12 e Tião com 8 anos, largaram a enxada para entrar na carreira artística. Os dois gostavam de contar em suas canções as histórias da vida na roça e das desilusões de amores e romances, achados e perdidos. Tião, um exímio violeiro, criou o pagode sertanejo, inventado a partir de seu jeito peculiar de tocar. A música “Amargurado” foi relançada em 1998, tornando-se uma das mais cantadas e choradas canções de amor do país.


VIOLÃO NYLON 7 Pedro Ortale

VIOLÃO NYLON 6 Ivan Cruz
ACORDEON Renan Nonato

Sonhos Guaranis

Almir Sater e Paulo Simões

ISRC BX-T7R-17-00015 - Tecla / Peermusic do Brasil Edições Musicais Ltda. – D. A. 


Almir Sater, sul-mato-grossense reconhecido internacionalmente por sua versatilidade como cantor, compositor, violeiro e instrumentista, e Paulo Simões, carioca de nascimento e sul-mato-grossense de coração, poeta das melodias e letras marcantes, são artistas fundamentais da música contemporânea do oeste brasileiro, parceiros desde a juventude. Suas composições têm influência do folk americano, da música paraguaia, andina, incorporam os elementos regionais ao universo pop e, segundo eles, “É uma música para a alma”. Os versos poeticamente contundentes da guarânia “Sonhos Guaranis”, composta em 1981, estão entre os mais belos tributos à herança fronteiriça na região “onde o Brasil foi Paraguai”.

VIOLÕES NYLON 7 e 6 Pedro Ortale

Saudade

Mário Palmério Versão Renato Teixeira

ISRC BX-T7R-17-00013 - Editora e Importadora Musical Fermata do Brasil Ltda.


Mário Palmério, nascido no interior de Minas, era educador, político e literato. Em 1962 foi nomeado para o cargo de embaixador do Brasil junto ao governo paraguaio. Sentimental, poeta, permanente enamorado, o embaixador suspirava de saudades do Brasil, e não escondia o fato. Cansado de explicar o que era saudade para os paraguaios, acabou compondo em letra e música uma bela guarânia, “Saudade”, que acaba por tornar-se um patrimônio musical. Renato Teixeira, nascido em Santos-SP, veio a se tornar um dos maiores compositores da música popular brasileira, reverenciado por suas letras bucólicas e melodias que transitam entre o caipira brasileiro e o folk americano. É sua a versão da guarânia “Saudade”, preservando a essência, beleza e sensibilidade da versão original.


VIOLÕES NYLON 7 E 6 Pedro Ortale

ACORDEON Renan Nonato

BAIXO Antônio Porto
PERCUSSÕES Néio de Jesus

Rio de Lágrimas

Lourival dos Santos, Tião Carreiro e Piraci

ISRC BX-T7R-17-00006 - Editora e Importadora Musical Fermata do Brasil Ltda.


Lourival dos Santos é considerado um dos mais importantes compositores da música sertaneja, pois compôs cerca de 1.300 músicas, gravadas pelas mais variadas duplas. O compositor e cantor Piraci teve inúmeras composições gravadas pela dupla Tonico e Tinoco e por muitas outras duplas que atuaram nas décadas de 1940 a 1970. Tião Carreiro, exímio violeiro, é o criador do pagode sertanejo e compositor de inúmeras canções de sucesso. Da parceria desses três incríveis autores nasceu a canção “Rio de Lágrimas”, popularmente conhecida como “Rio de Piracicaba”, lançada pela dupla Tião Carreiro e Pardinho em 1970, um clássico da música sertaneja.


VOCAL Maria Alice, Maria Claudia, Pedro Ortale, Marcos Mendes

VIOLÃO NYLON 6 Pedro Ortale

VIOLÃO AÇO BASE E SOLO Rodrigo Sater

BAIXO Antônio Porto

ACORDEON Renan Nonato

PERCUSSÕES João Pedro Ortale e Néio de Jesus
MÚSICA INCIDENTAL “Jeitinho”, autor Pedro Ortale

A Matogrossense

Zacarias Mourão e Flor da Serra

ISRC BX-T7R-17-00014 - Irmãos Vitale S/A Indústria e Comércio / Cid Edições e Promoções Ltda. – ADDAF


Zacarias Mourão nasceu no ano de 1928 em Coxim, no interior de Mato Grosso do Sul. Além de compositor foi também radialista, produtor, empresário e diretor de gravadora. A canção de Zacarias é simples, mas foi pela simplicidade que ele, um homem interiorano, conseguiu levar, pela primeira vez, o nome do estado para fora, no fim da década de 1950. Os holofotes se voltaram para o antigo Mato Grosso. Teve inúmeros parceiros em músicas que fizeram muito sucesso no mundo sertanejo, entre eles Flor da Serra, compositor e cantor, na música “A Matogrossense”. Fez carreira formando dupla com alguns parceiros até parar de cantar. Flor da Serra continuou sua carreira como compositor, fornecendo músicas para várias duplas. Foi produtor musical do programa “Rincão Brasileiro” da TV Bandeirantes, de 1983 a 1988.


SAPUKAI Maria Alice

VIOLÃO NYLON 6 Pedro Ortale

VIOLÃO AÇO Rodrigo Sater

BAIXO Antônio Porto

ACORDEON Renan Nonato
PERCUSSÕES Néio de Jesus

Merceditas

Ramón Sixto Rios

Tierra Linda Editorial Musical – SADAIC – ADDAF

ISRC BX-T7R-17-00001 - Warner Chappell Edições Musicais Ltda. – N/S 


Em 1913 nasce na argentina o cantor, violonista e compositor Ramón Sixto Rios. Com 7 anos começou seus estudos em violão, flauta e violino, incentivado por seu pai, que também tocava violão. Em uma turnê com uma companhia teatral, na província de Santa Fé, no ano de 1939, conhece a jovem Mercedes Strickler, por quem se apaixona perdidamente. Desta paixão nasceu a canção “Merceditas”, que veio a se tornar uma das obras mais importantes do folclore argentino, tendo sido regravada por mais de 100 intérpretes de todo o mundo, em 9 idiomas diferentes.


VIOLÕES NYLON 6 BASE E SOLO Pedro Ortale

VIOLÃO NYLON 6 Ivan Cruz

ACORDEON Renan Nonato

BAIXO Antônio Porto 
PERCUSSÕES Néio de Jesus

Peão de Amor

Celito Espíndola e Alfredo Karam

ISRC BX-T7R-17-00009 – D. A.


Celito Espíndola nasceu em Campo Grande-MS, em 1955, no seio de uma família com DNA artístico fortíssimo. Desde pequeno teve o privilégio de ouvir em sua casa música clássica e clássicos da música brasileira, como Cauby Peixoto, por gosto de sua mãe, dona Alba, também compositora. Do que se tocava na cidade e do gosto do pai vinham os chamamés, as polcas e as guarânias. O primeiro contato com o instrumento, violão, e o caminho profissional na música vieram de dentro de casa também, com os irmãos Sérgio e Geraldo. Daí pra frente surge uma das mais belas vozes da música sul-mato-grossense e belas composições, algumas com parceiros como Alfredo Karam na música “Peão de Amor”.


VOCAL Maria Claudia

VIOLÃO NYLON 6 Pedro Ortale

VIOLÕES AÇO BASE e SOLO 

Rodrigo Sater

ACORDEON Renan Nonato

BAIXO Antônio Porto 
PERCUSSÕES Néio de Jesus

Qui nem Jiló

Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira

ISRC BX-T7R-17-00002 - Todamérica Edições ltda. – ADDAF


Da dupla formada pelo “Rei” e o “Doutor do Baião”, Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, surge mais uma bela canção, “Qui nem Jiló”, cantada em verso e prosa por todo o Brasil. Foi regravada por diversos artistas e fez sucesso em todas as versões lançadas.


VOCAL Maria Claudia 

VIOLÕES NYLON 7 e 6 Pedro Ortale

VIOLÃO NYLON 6 Marcos Mendes 

BAIXO Antônio Porto 

ACORDEON Renan Nonato

PERCUSSÕES João Pedro Ortale e Néio de Jesus 

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